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	<title>Comentários sobre: Escalando com Ítalo Calvino, parte 3</title>
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		<title>Por: Teresa Cristina</title>
		<link>http://blogdodubois.wordpress.com/2009/04/03/escalando-com-italo-calvino-parte-3/#comment-254</link>
		<dc:creator>Teresa Cristina</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 19:32:30 +0000</pubDate>
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		<description>Estava pesquisando algumas possibilidades que esse livro maravilhoso de Calvino (Seis propostas para o próximo milenio) suscita e achei esse blog e suas considerações. Gostei muito de ter minha visão expandida por essas reflexões sobre a Montanha e levei trechos dela para nosso blog da Companhia de Aprendizagem onde estamos abordando essa obra na categoria Diálogo com o Milênio. 
Valeram portanto, essas reflexões!

E para contribuir com o montanhismo, uma frase do pensador, psicologo, antropologo e teologo contemporâneo o frances e pensador transdisciplinar Jean Yves Leloup:


&quot; Era preciso reaprender a ser, simplesmente a ser – sem objetivo nem motivo. Meditar como uma montanha era a própria meditação do ser “do simples fato de ser”, antes de todo pensamento, de todo prazer, de toda dor. ...Meditar como uma montanha também tinha modificado o ritmo de seus pensamentos. Havia aprendido a “ver” sem julgar , como se ele desse a tudo que brota na montanha “o direito de existir”.


TCris 

(Citação: Leloup, Jean Yves. Esinamentos sobre o hesicasmo. ed. Vozes)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estava pesquisando algumas possibilidades que esse livro maravilhoso de Calvino (Seis propostas para o próximo milenio) suscita e achei esse blog e suas considerações. Gostei muito de ter minha visão expandida por essas reflexões sobre a Montanha e levei trechos dela para nosso blog da Companhia de Aprendizagem onde estamos abordando essa obra na categoria Diálogo com o Milênio.<br />
Valeram portanto, essas reflexões!</p>
<p>E para contribuir com o montanhismo, uma frase do pensador, psicologo, antropologo e teologo contemporâneo o frances e pensador transdisciplinar Jean Yves Leloup:</p>
<p>&#8221; Era preciso reaprender a ser, simplesmente a ser – sem objetivo nem motivo. Meditar como uma montanha era a própria meditação do ser “do simples fato de ser”, antes de todo pensamento, de todo prazer, de toda dor. &#8230;Meditar como uma montanha também tinha modificado o ritmo de seus pensamentos. Havia aprendido a “ver” sem julgar , como se ele desse a tudo que brota na montanha “o direito de existir”.</p>
<p>TCris </p>
<p>(Citação: Leloup, Jean Yves. Esinamentos sobre o hesicasmo. ed. Vozes)</p>
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